Os dados de vendas de livros apontam uma variação de 6%, tanto no volume de exemplares quando no valor faturado. Os dados são do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), referentes ao período janeiro/fevereiro deste 2025. É um mercado que supera meio bilhão de reais. "Nesse início de 2025, foram vendidos 9,21 milhões de livros com um faturamento de R$ 531,38 milhões, enquanto no começo de 2024 acumulava 8,68 milhões de livros vendidos com uma receita de R$ 501,16 milhões", informa o SNEL.
É o maior barato ver o movimento crescente de leitores nas livrarias. Felizmente, vivemos um período de ressurgimento do setor, depois de passarmos por um vergonhoso descaso com o ambiente cultural brasileiro, ameaçadores tempos de trevas. No último final de semana, vimos um dos maiores lutadores dessa realidade, autor consagrado, o escritor Ignácio de Loyola Brandão, ao lado do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que visitou o Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo. Dois personagens muito relevantes na retomada do apoio à cultura e ao ambiente democrático no País.
Na semana passsada, aliás, vi o excelente programa criado pela jornalista Maria Fernanda Rodrigues, do Estadão, uma especialista no ramo, craque no assunto. No Especial, de cerca de 20 minutos, Loyola fala de sua riquíssima biblioteca, no qual destaca, por exemplo, a obra "Marighella", do jornalista e escritor Mário Magalhães. Loyola conta histórias sobre os livros dele e de uma constelação de outros autores. É uma maravilha, que pode ser encontrada e curtida no Youtube.

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